“Cet animal est très méchant. Quand on l’attaque il se défend.”
Eis que, não mais que poucas horas desguarnecido, o site é presa de trollagem asquerosa em sua caixa de comentários. Mas o lar d’um inglês é o seu castelo…o assunto é sério, pois. Respondo vigorosamente: de fato, creio que minha resposta não encontrará obstáculo, uma vez que meus detratores não possuem mesmo resquício de
FIBRA MORAL
e, obviamente, não possuem minha senha do wordpress. Quando se está, como eu estou, completando o décimo quinto volume d’uma História do Envenenamento na Literatura Occidental, é mister guardar o organismo livre daquela Bile de tipo mais ardilosa. Com o temperamento limpo de humores melancólicos, e já sem a morte n’alma, o horizonte contemplativo é sereno, e a capacidade analítica imbatível. Não fugiu à minha atenção a utilização de argumentação rasteira, indireta, na forma do mais atávico
REGIONALISMO VIL
quer dizer, Lucrécia dos Pampas? Lucrécia dos Pampas? O golpe é baixo, convenhamos. Todo catarinense é uma espécie de capiau escocês, ele sabe que terá que arcar com as consequências das revoluções tramadas na Corte. No nosso caso a corte é portoalegrense; e, como o capiau escocês, o catarinense será um cínico, uma besta, ou um gênio. Não raro terá, dentro de si, as três personalidades.(sério, Lucrécia dos Pampas? e o Richard só te prometeu uma picanha acicutada?)
É possível que a defesa tenha sido em vão, a vilania não encontra limites, o duo infernal sempre estará em alerta, são os langoliers da rede. Estarei sempre em alerta, também. É lástimável que, depois que terminar meus quinze volumes da “História do Envenenamento na Literatura Occidental”, eu já tenha encomendada uma tradução do manuscrito Voynich, acho que a tarefa será rápida, no entanto…


Notemos que o sr. em momento algum considerou vindicar minha teoria da moça com quadris ilíacos e sardas com gosto de baunilha. O que nos leva a concluir que, sub rosa, eis toda a verdade.
Devo apontar ém tambque a uma trollagem nunca se deve responder com um novo post, pois é o equivalente de confirmar uma acusação ao negá-la com veemência.
Ademais, o Thiago é um anão indianófilo e esotérico, um canalha leitor de Julius Evola, seus golpes baixos não valem um óbolo de consideração.
Quando o sr. concluir a tradução do manuscrito Voynich, permita que eu leia e compare ao original.
PS: Seu scholar bastardo son-of-a-gun, se não enviar o email que me deve há meses, vou pedir ao Julio Lemos que me passeu teu email e te trollarei como um javali sifilítico.
Maldito teclado de laptop. Corrija meu comment:
“Devo apontar também que a uma trollagem…”
E delete este, s.f.f.
Ed, meu caro, use ampolas colossais de veneno para abater esse Javali escalpelado. Outro dia – veja o sr. – estava a chamá-lo de “caipira do sul”, separista morimbundo, “ogre branquelo peludo & suarento” (Tucídides).
Mas, um Brâmane como eu está eximido de quaisquer imprecisões geógraficas: minha Pátria são os portões do Valhalla, onde depilo cabelos de metaleiros (os trolls originais) que chegaram inadvertidos ao Valhalla.
No fundo sou um filho da revolução paulistana (com aquelas chaminezinha perfurada por aquelas arminhas bregas dos anti-getulistas): minha alma tem mais furos que o corpo de Jesse James.
Voltando, os srs. mal sabem que minto odiar a língua dos mercadores (e de Shakespeare) por puro corporatismo da alta classe espiritual dos Brâmanes; no fundo me ressinto de não entender patavinas da língua dessa ilhota insípida onde os romanos usavam apenas para socar arcadas dentárias de beberrões.