Monthly Archives: January 2011

Tröll 2

leitmotiv:

um inglês defende seu lar

Cet animal est très méchant. Quand on l’attaque il se défend.”

Eis que, não mais que poucas horas desguarnecido, o site é presa de trollagem asquerosa em sua caixa de comentários. Mas o lar d’um inglês é o seu castelo…o assunto é sério, pois. Respondo vigorosamente: de fato, creio que minha resposta não encontrará obstáculo, uma vez que meus detratores não possuem mesmo resquício de

FIBRA MORAL


e, obviamente, não possuem minha senha do wordpress. Quando se está, como eu estou, completando o décimo quinto volume d’uma História do Envenenamento na Literatura Occidental, é mister guardar o organismo livre daquela Bile de tipo mais ardilosa. Com o temperamento limpo de humores melancólicos, e já sem a morte n’alma, o horizonte contemplativo é sereno, e a capacidade analítica imbatível.  Não fugiu à minha atenção a utilização de argumentação rasteira, indireta, na forma do mais atávico

REGIONALISMO VIL

quer dizer, Lucrécia dos Pampas? Lucrécia dos Pampas? O golpe é baixo, convenhamos. Todo catarinense é uma espécie de capiau escocês, ele sabe que terá que arcar com as consequências das revoluções tramadas na Corte. No nosso caso a corte é portoalegrense; e, como o capiau escocês, o catarinense será um cínico, uma besta, ou um gênio. Não raro terá, dentro de si, as três personalidades.(sério, Lucrécia dos Pampas? e o Richard só te prometeu uma picanha acicutada?) 

R'lyeh

É possível que a defesa tenha sido em vão, a vilania não encontra limites, o duo infernal sempre estará em alerta, são os langoliers da rede.  Estarei sempre em alerta, também. É lástimável que, depois que terminar meus quinze volumes da “História do Envenenamento na Literatura Occidental”,  eu já tenha encomendada uma tradução do manuscrito Voynich, acho que a tarefa será rápida, no entanto…

 

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